Dias passando. Dias iguais. Semanas voando.
Estou em tempo de plantio. Estou quieta, morna, dentro de um casulo onde tudo é claro. No rosto aflora a face do incerto, na cabeça apenas esboços de planos ainda em construção e sem nenhuma forma definida. Hoje tenho somente o vago, o vazio de nada ter em mãos no qual eu possa me assegurar, nada que eu possa focar e caminhar na direção reta e sem desvios. É meu tempo de rever, reviver o que foi bom e mau nesses dias quentes que passaram e me deram coisas fantásticas das quais eu esperava tanto. Que lutei tanto para ter e agora são minhas. Agora o frio me faz ficar em mim, só em mim, pensando por onde andar e em como andar. O frio faz com que eu me sinta, sinta minhas pernas e veja o quanto posso confiar nelas. É meu tempo de garantir boas consultas as minhas experiências passadas e sonhadas, realizadas ou não para saber qual caminho seguir. Estou oca e isso me faz bem, me faz livre para seguir.
Tenho à minha frente dias brancos para colorir da maneira que eu desejar e que meus pensamentos quiserem e isso me faz ser eu mesma para mais pra frente ser quem eu quiser.
É tempo de silêncio.
terça-feira, julho 31, 2007
segunda-feira, julho 16, 2007
Sobre ela
Estou enlouquecendo. É ela, sei que é por causa dela. Ela vem, me vira a cabeça, suga minhas forças. Me faz contorcer todo o corpo, chorar, perder o fôlego. Há semanas não durmo. Acordo no meio da noite por causa dela. Não sei mais o que fazer. Ela me deixa com as pernas bambas, sem palavras ou até mesmo força de falar, tudo por causa dela, a tosse!
terça-feira, julho 10, 2007
A moça e a fantasia
Os olhos da moça ficaram turvos de repente. Ela parou para ver tudo o que tinha a seu redor e ficou com medo do mundo que ela tinha nas mãos. Ela precisava decidir que postura tomar, quem ela queria ser para tudo aquilo, e ela decidiu ser a dona da situação, não ser só a platéia e sim atriz do espetáculo, não ser somente o barco a deriva e sim a comandante da história, e assim foi.
Com a fantasia cheia de altivez que ela vestiu, conseguiu convencer todos a sua volta de que aquilo tudo era verdade. Ela tinha o domínio de todas as situações e de todos os sentimentos. Ela era a anfitriã sutil, a convidada educada, a amante compreensiva, a amiga que entendia a falta de retorno e sempre ouvinte. A fantasia virou sua pele, seus medos eram animais presos em jaulas que eram apenas libertados durante a noite, quando a cama estava ocupada só por ela, onde ela chorava, até esses animais se acalmarem e ela poder prendê-los de novo. Quando o dia clareava e ela sem dormir se levantava e se olhava no espelho, por um segundo ela via a moça frágil que ela era, piscava algumas vezes e conseguia ver, por trás daquelas olheiras a máscara tão fortemente construída se reavivando em seu rosto. Nessas manhãs ela vestia seu melhor figurino e não voltava para casa sem conquistar mais uma simpatia ou um novo amor com hora marcada para acabar.
A vida se tornou farta, pois fazia parte de todos os seus movimentos calculados ser reconhecida em todos os aspectos. Devido seu empenho em sempre querer mais do melhor ela sempre tinha muito de tudo. A decepção era algo algumas vezes inevitável e ela sabia disso. A moça sabia que aquilo era importante, afinal de contas, o sofrimento é necessário, mas a dor é opcional. Ela sofria nas noites, mas de dia agia como se tudo não tivesse acontecido e toda vez que ela se lembrava desse sofrimento, ficava mais forte.
Por um longo tempo tudo foi perfeito, tudo calculado, tudo planejado. Alguns amigos fiéis e confortáveis ao seu lado, sucesso, mas lhe faltava algo imprescindível que a alimentava somente nos sonhos: a paixão! Ela não se apaixonava, pois esse sentimento estava guardado com os seus animais. Ela não se permitia sentir nada fora de seu controle. Até mesmo em suas noites de descontrole, ela sabia o que estava fazendo. Até um dia.
Um dia ela sentiu o arrepio na boca estômago quando foi tocada, quando ouviu, quando sentaram para conversar e ali a moça falhou. Ela percebeu o perigo que a rondava, mas a sensação de bem estar era tão aconchegante que ela, por um minuto, se esqueceu da máscara, da fantasia, do controle, da face frágil, e se permitiu. O beijo foi calmo, de toque sutil mas ao mesmo tempo forte, cheio de sentimentos. Ela percebeu que tinha errado e tentou novamente o controle, mas dias mais tarde mais um encontro, mais um erro, mais frio no estômago, mais pernas bambas e mais um beijo. Ela sabia que para aquele sentimento morrer era preciso aniquilar o motivo, era preciso manter o perigo distante. Ela tentou por mais uns dias, mas não conseguiu. A vontade era maior de que qualquer outra ordem.
A moça quis falar, a moça quis dizer que estava disposta, mas não pôde. A sua farsa vivida por tantos anos já havia contaminado aquele beijo. A sua segurança forçada foi o estopim para o calor daquelas noites, a condição para que todo aquele desejo acontecesse foi justamente a sua falta de apego, pois naquele caso acontecido as pressas não havia mais espaço para nenhuma paixão a não ser a que já habitava o outro coração.
Ela saiu trôpega, embriagada por uma confusão de idéias. A sinceridade de todas as palavras ouvidas foi tamanha que ela não sabia o que fazer com elas. Ela andou, andou com uma trilha sonora conhecida aos ouvidos, andou fazendo o caminho mais longo. Pensando na mentira que ela havia se tornado.
Chegou e dormiu um sono pesado e sem sonho. Na manhã seguinte se olhou mais uma vez no espelho com a sua máscara nas mãos. Teve naquela manhã a opção de joga-la fora, de começar do zero. Mas a moça se olhou e não se reconheceu. Ela não sabia quem era sem aquela parte falsa da sua alma. Ela ergueu os ombros, vestiu a máscara e todo o resto da fantasia. Desceu pelo elevador dando “bom dia” calorosos e cheio de sorrisos aos que passavam.
Com o controle em suas mãos novamente ela preferiu acreditar que tudo aquilo não passou de um sonho de péssimo gosto, um capricho de seus não tão domesticados bichos que resolveram pregar-lhe uma peça.
O coração que a moça quis não sabe desse sonho e nem saberá, afinal de contas pesadelos nunca são motivos para bons papos.
Com a fantasia cheia de altivez que ela vestiu, conseguiu convencer todos a sua volta de que aquilo tudo era verdade. Ela tinha o domínio de todas as situações e de todos os sentimentos. Ela era a anfitriã sutil, a convidada educada, a amante compreensiva, a amiga que entendia a falta de retorno e sempre ouvinte. A fantasia virou sua pele, seus medos eram animais presos em jaulas que eram apenas libertados durante a noite, quando a cama estava ocupada só por ela, onde ela chorava, até esses animais se acalmarem e ela poder prendê-los de novo. Quando o dia clareava e ela sem dormir se levantava e se olhava no espelho, por um segundo ela via a moça frágil que ela era, piscava algumas vezes e conseguia ver, por trás daquelas olheiras a máscara tão fortemente construída se reavivando em seu rosto. Nessas manhãs ela vestia seu melhor figurino e não voltava para casa sem conquistar mais uma simpatia ou um novo amor com hora marcada para acabar.
A vida se tornou farta, pois fazia parte de todos os seus movimentos calculados ser reconhecida em todos os aspectos. Devido seu empenho em sempre querer mais do melhor ela sempre tinha muito de tudo. A decepção era algo algumas vezes inevitável e ela sabia disso. A moça sabia que aquilo era importante, afinal de contas, o sofrimento é necessário, mas a dor é opcional. Ela sofria nas noites, mas de dia agia como se tudo não tivesse acontecido e toda vez que ela se lembrava desse sofrimento, ficava mais forte.
Por um longo tempo tudo foi perfeito, tudo calculado, tudo planejado. Alguns amigos fiéis e confortáveis ao seu lado, sucesso, mas lhe faltava algo imprescindível que a alimentava somente nos sonhos: a paixão! Ela não se apaixonava, pois esse sentimento estava guardado com os seus animais. Ela não se permitia sentir nada fora de seu controle. Até mesmo em suas noites de descontrole, ela sabia o que estava fazendo. Até um dia.
Um dia ela sentiu o arrepio na boca estômago quando foi tocada, quando ouviu, quando sentaram para conversar e ali a moça falhou. Ela percebeu o perigo que a rondava, mas a sensação de bem estar era tão aconchegante que ela, por um minuto, se esqueceu da máscara, da fantasia, do controle, da face frágil, e se permitiu. O beijo foi calmo, de toque sutil mas ao mesmo tempo forte, cheio de sentimentos. Ela percebeu que tinha errado e tentou novamente o controle, mas dias mais tarde mais um encontro, mais um erro, mais frio no estômago, mais pernas bambas e mais um beijo. Ela sabia que para aquele sentimento morrer era preciso aniquilar o motivo, era preciso manter o perigo distante. Ela tentou por mais uns dias, mas não conseguiu. A vontade era maior de que qualquer outra ordem.
A moça quis falar, a moça quis dizer que estava disposta, mas não pôde. A sua farsa vivida por tantos anos já havia contaminado aquele beijo. A sua segurança forçada foi o estopim para o calor daquelas noites, a condição para que todo aquele desejo acontecesse foi justamente a sua falta de apego, pois naquele caso acontecido as pressas não havia mais espaço para nenhuma paixão a não ser a que já habitava o outro coração.
Ela saiu trôpega, embriagada por uma confusão de idéias. A sinceridade de todas as palavras ouvidas foi tamanha que ela não sabia o que fazer com elas. Ela andou, andou com uma trilha sonora conhecida aos ouvidos, andou fazendo o caminho mais longo. Pensando na mentira que ela havia se tornado.
Chegou e dormiu um sono pesado e sem sonho. Na manhã seguinte se olhou mais uma vez no espelho com a sua máscara nas mãos. Teve naquela manhã a opção de joga-la fora, de começar do zero. Mas a moça se olhou e não se reconheceu. Ela não sabia quem era sem aquela parte falsa da sua alma. Ela ergueu os ombros, vestiu a máscara e todo o resto da fantasia. Desceu pelo elevador dando “bom dia” calorosos e cheio de sorrisos aos que passavam.
Com o controle em suas mãos novamente ela preferiu acreditar que tudo aquilo não passou de um sonho de péssimo gosto, um capricho de seus não tão domesticados bichos que resolveram pregar-lhe uma peça.
O coração que a moça quis não sabe desse sonho e nem saberá, afinal de contas pesadelos nunca são motivos para bons papos.
quarta-feira, julho 04, 2007
Descontrole
Sou eu o descontrole, a força do desejo, a ilusão de ótica palpável da vontade aceita e exercida.
Faço.
Quero.
Existo.
Sem culpa, sem moralismo ou dever de dar explicações. Detesto explicações sobre desejo, por mais fugaz que ele seja. Desejo não se explica só se realiza da maneira que Ele mandar.
Culpa? Só pelos erros percebidos e pra eles há desculpa, já para o medo do superficial, para a cobrança do dia seguinte, para a justificativa do calor aceito e feito de maneira Prazerosa, não!
É bom, é forte, é permitido e Por Mim é feito.
Vontade não rima com superficial no meu poema. Ela já é profunda só em ser vontade e sendo assim nunca as mato, somente as satisfaço.
Não há culpa quando não se promete. Não há culpa quando se quer. Não há culpa quando as partes aceitam.
Sou eu o descontrole das frases e atitudes que tens medo de pensar e fazer, sou eu!
Faço.
Quero.
Existo.
Sem culpa, sem moralismo ou dever de dar explicações. Detesto explicações sobre desejo, por mais fugaz que ele seja. Desejo não se explica só se realiza da maneira que Ele mandar.
Culpa? Só pelos erros percebidos e pra eles há desculpa, já para o medo do superficial, para a cobrança do dia seguinte, para a justificativa do calor aceito e feito de maneira Prazerosa, não!
É bom, é forte, é permitido e Por Mim é feito.
Vontade não rima com superficial no meu poema. Ela já é profunda só em ser vontade e sendo assim nunca as mato, somente as satisfaço.
Não há culpa quando não se promete. Não há culpa quando se quer. Não há culpa quando as partes aceitam.
Sou eu o descontrole das frases e atitudes que tens medo de pensar e fazer, sou eu!
segunda-feira, julho 02, 2007
segunda-feira, junho 25, 2007
Palavras de um futuro bom
Amor, tolerância, gentileza, sorriso, fé, beijo, liberdade, amizade, esperança, confiança, felicidade, respeito, honestidade, fraternidade...Prefiro uma: Verdade!Quero poder olhar e sentir segurança, saber que a cabeça está aberta, os olhos puros e o coração pronto a dizer a verdade.
Quero o olho no olho, a mão estendida com a lealdade e com a sinceridade. Quero de meus inimigos a dignidade da cara exposta, saber de suas ofensas de sua própria boca. Ver dos meus amigos suas convicções, suas idéias sobre a minha pessoa sem a obrigação de agradar e nem concordar comigo. Falar...falar....falar....Quero ouvir e falar, ouvir a verdade independente de qualquer coisa.
Essa é a minha palavra para um futuro bom.
Post verdadeiramente inspirado no post da Cris www.ballinha.blogspot.com
terça-feira, junho 19, 2007
Vaca Profana
Respeito muito minhas lágrimas
Mas ainda mais minha risada
Inscrevo assim minhas palavras
Na voz de uma mulher sagrada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da manada
Êê dona das divinas tetas
Derrama o leite bom na minha cara
E o leite mau na cara dos caretas
Segue a movida Madrileña
Também te mata Barcelona
Napoli, Pino, Pi, Pau, punks
Picassos movem-se por Londres
Bahia onipresentemente
Rio e belíssimo horizonte
Êê vaca de divinas tetas
La leche buena toda en mi garganta
La mala leche para los puretas
Quero que pinte um amor Bethânia
Steve Wonder, andaluz
Como o que tive em Tel Aviv
Perto do mar, longe da cruz
Mas em composição cubista
Meu mundo Thelonius Monk's blues
Êê vaca de divinas tetasTeu bom só para o oco, minha falta
E o resto inunde as almas dos caretas
Sou tímido e espalhafatosoTorre traçada por Gaudi
São Paulo é como o mundo todo
No mundo um grande amor perdi
Caretas de Paris, New York
Sem mágoas estamos aí
Êê dona das divinas tetas
Quero teu leite todo em minha alma
Nada de leite mau para os caretas
Mas eu também sei ser careta
De perto ninguém é normal
Às vezes segue em linha reta
A vida, que é meu bem, meu mal
No mais as ramblas do planeta
Orchata de chufa si us plau
Êê deusa de assombrosas tetas
Gota de leite bom na minha cara
Chuva do mesmo bom sobre os caretas
Mas ainda mais minha risada
Inscrevo assim minhas palavras
Na voz de uma mulher sagrada
Vaca profana, põe teus cornos
Pra fora e acima da manada
Êê dona das divinas tetas
Derrama o leite bom na minha cara
E o leite mau na cara dos caretas
Segue a movida Madrileña
Também te mata Barcelona
Napoli, Pino, Pi, Pau, punks
Picassos movem-se por Londres
Bahia onipresentemente
Rio e belíssimo horizonte
Êê vaca de divinas tetas
La leche buena toda en mi garganta
La mala leche para los puretas
Quero que pinte um amor Bethânia
Steve Wonder, andaluz
Como o que tive em Tel Aviv
Perto do mar, longe da cruz
Mas em composição cubista
Meu mundo Thelonius Monk's blues
Êê vaca de divinas tetasTeu bom só para o oco, minha falta
E o resto inunde as almas dos caretas
Sou tímido e espalhafatosoTorre traçada por Gaudi
São Paulo é como o mundo todo
No mundo um grande amor perdi
Caretas de Paris, New York
Sem mágoas estamos aí
Êê dona das divinas tetas
Quero teu leite todo em minha alma
Nada de leite mau para os caretas
Mas eu também sei ser careta
De perto ninguém é normal
Às vezes segue em linha reta
A vida, que é meu bem, meu mal
No mais as ramblas do planeta
Orchata de chufa si us plau
Êê deusa de assombrosas tetas
Gota de leite bom na minha cara
Chuva do mesmo bom sobre os caretas
quarta-feira, junho 13, 2007
segunda-feira, junho 11, 2007
After Day

Primeiro de tudo: Feliz aniversário TATI!!!!! Muitas e muitas felicidades linda! Pois você merece tudo nessa vida e olha, me disseram que esse será um ano muito especial para você, pode apostar!
Continuando...
Se existe palavra que eu gosto mais do que feriado é feriadoprolongado!!! Oh coisa boa! Quarta feira foi o dia de comemorar o aniversário da Tatu. Festinha boa, bem boa num bar novo que abriu na Cardeal. Lugar simpático, com gente bonita. Música gostosa também. Foi interessante, uma hora olhei o bar estava vazio, quando olhei de novo não conseguia nem me mexer lá dentro.
Quinta fomos na Liberdade. Adoro aquele lugar. Não me ligo muito na cultura não, mas apesar de toda a sujeira e gente estranha, adoro a arquitetura, aquelas luzes nas ruas em cima daquela ponte (que não sei o nome), lindo, lindo.
Sexta, sexta....nossa, não lembro o que eu fiz na sexta....Deve ter sido ótimo!!! Hahaha.
De novo no bar, sábado foi o dia de segurar vela. Aaaaai! me racha a cara! Mas segurei fazer o que? E valeu a pena, pois ri demais aquele dia.
Domingo, dia de parada meia boca...Os trios elétricos correndo na Paulista, não dava tempo de ouvir uma música!!! Mas devo dizer: melhor trio do dia foi o da Bubu sem sombra de dúvida...Arrebentaram!!!!
Saldo: fígado atacado, dores de cabeça horrendas e cuidados médicos especiais na noite de ontem (obrigada de novo!). E hoje, uma provável virose que não me deixa nem digitar direito vinda de alguma coisa que eu comi ou bebi, agora depois de tudo isso é meio difícil saber de onde.
Na foto a Tatu!!!
PS: gostaria de dizer que dois dias após o post acima falando da Frederica, a porca! ela morreu. Não sei bem o que aconteceu, pois havia uns dias que ela estava quietinha. Havia pensado de leva-la ao veterinário na segunda feira, para saber se o bicho era mesmo quietinho ou se havia algum problema com ela, mas não deu tempo, ela amanheceu morta no domingo.
Continuando...
Se existe palavra que eu gosto mais do que feriado é feriadoprolongado!!! Oh coisa boa! Quarta feira foi o dia de comemorar o aniversário da Tatu. Festinha boa, bem boa num bar novo que abriu na Cardeal. Lugar simpático, com gente bonita. Música gostosa também. Foi interessante, uma hora olhei o bar estava vazio, quando olhei de novo não conseguia nem me mexer lá dentro.
Quinta fomos na Liberdade. Adoro aquele lugar. Não me ligo muito na cultura não, mas apesar de toda a sujeira e gente estranha, adoro a arquitetura, aquelas luzes nas ruas em cima daquela ponte (que não sei o nome), lindo, lindo.
Sexta, sexta....nossa, não lembro o que eu fiz na sexta....Deve ter sido ótimo!!! Hahaha.
De novo no bar, sábado foi o dia de segurar vela. Aaaaai! me racha a cara! Mas segurei fazer o que? E valeu a pena, pois ri demais aquele dia.
Domingo, dia de parada meia boca...Os trios elétricos correndo na Paulista, não dava tempo de ouvir uma música!!! Mas devo dizer: melhor trio do dia foi o da Bubu sem sombra de dúvida...Arrebentaram!!!!
Saldo: fígado atacado, dores de cabeça horrendas e cuidados médicos especiais na noite de ontem (obrigada de novo!). E hoje, uma provável virose que não me deixa nem digitar direito vinda de alguma coisa que eu comi ou bebi, agora depois de tudo isso é meio difícil saber de onde.
Na foto a Tatu!!!
PS: gostaria de dizer que dois dias após o post acima falando da Frederica, a porca! ela morreu. Não sei bem o que aconteceu, pois havia uns dias que ela estava quietinha. Havia pensado de leva-la ao veterinário na segunda feira, para saber se o bicho era mesmo quietinho ou se havia algum problema com ela, mas não deu tempo, ela amanheceu morta no domingo.
sexta-feira, junho 01, 2007
Semaninha de folga
Ah olha, não vou mentir nem dar desculpas esfarrapadas, não estava mesmo com vontade de escrever no blog. Durante duas semanas minha vida estava muito, muito corrida. Montando evento, orçando outro, liberando campanha, foi punk...Daí essa semana que (graças a Deus) acaba hoje estava muito sussa, cocei a semana toda MESMO!!!! Só trabalhei nas coisas quando só restavam 15 minutos de prazo final. Me dei essa folga. Mas, aconteceram coisas bem legais.Finalmente sou uma universitária, AEEEEE!!!! Pois é, tomei vergonha na cara, ganhei um aumento e lá vou eu me enfiar em uma sala de aula de novo. Estou empolgada com a história toda, afinal de contas se eu resolver cometer algum crime (violento, claro, pois é bem mais a minha cara) e for presa, já terei um lugar especial na cadeia.
Descobri que Frederico, o porco Peruano não é Porco e sim PORCA!!! Vocês não devem ter noção de como se vê o sexo de um bicho desses, né? Nem eu. Aí ouvi do dono pet de onde ela (!) veio “se o lugar por onde sai o xixi é muito próximo do de onde sai o coco é menina!” Me senti com 10 anos ouvindo ele falar assim...Bom, cheguei em casa, botei o bicho de barriga pra cima e constatei que eu só via um lugar e pra mim sai tudo por lá! Deduzi que é menina. Tadinha, vai crescer com crises sexuais e a culpa é toda minha.
Do resto continua tudo na santa paz, um frio dos diabos que eu adoro (o frio, não os diabos), já tenho telefone na minha casinha, semana que vem tem feriado, vou reclamar de que?
Devo desculpas ao lindo blog e as pessoas que passam por aqui e dão sempre uma olhadinha. Prometo me esforçar para escrever mais, mas é que me dei folga mesmo.
Na foto FREDERICA, a porca! bebezinha ainda
quarta-feira, maio 16, 2007
Sobre ser abençoada
Sempre, em toda minha vida fui abençoada. Em todos os sentidos.
Comecei a trabalhar com 15 anos em um jornal. Fiquei quase um ano lá, mas tive a sorte de encontrar um chefe que me indicou para trabalhar em uma agência de publicidade. Pensei muito antes de aceitar, afinal de contas ia sair de atendimento ao cliente para a recepção (coisa que eu não sou boa fazendo), só que aconteceram tantas coisas, avisos divinos me dizendo para ir sim. Até mesmo o ônibus que eu deveria pegar, descobri que passava na rua da minha casa. Depois de 5 meses na recepção fui fazer produção.
Sempre arrumei emprego rápido, nunca fiquei mais de 2 meses desempregada.
Sai da casa dos meus pais em uma oportunidade muito bacana que “surgiu” na minha vida.
Ou seja, as oportunidades aparecem na minha vida sem eu nem ao menos esperar.
Tenho certeza que alguém lá em cima que gosta de mim...e gosta muito!
Preciso agradecer muito e muito e sempre.
Comecei a trabalhar com 15 anos em um jornal. Fiquei quase um ano lá, mas tive a sorte de encontrar um chefe que me indicou para trabalhar em uma agência de publicidade. Pensei muito antes de aceitar, afinal de contas ia sair de atendimento ao cliente para a recepção (coisa que eu não sou boa fazendo), só que aconteceram tantas coisas, avisos divinos me dizendo para ir sim. Até mesmo o ônibus que eu deveria pegar, descobri que passava na rua da minha casa. Depois de 5 meses na recepção fui fazer produção.
Sempre arrumei emprego rápido, nunca fiquei mais de 2 meses desempregada.
Sai da casa dos meus pais em uma oportunidade muito bacana que “surgiu” na minha vida.
Ou seja, as oportunidades aparecem na minha vida sem eu nem ao menos esperar.
Tenho certeza que alguém lá em cima que gosta de mim...e gosta muito!
Preciso agradecer muito e muito e sempre.
quarta-feira, maio 09, 2007
Ah! O frio!!!
Hoje acordei cedo de novo para trabalhar e o tempo está frio...muito frio. Amo tempo frio...Além do motivo das pessoas serem mais elegantes nessa época, não sei explicar muito bem o porque.
Hoje o dia acordou chovendo, mas nem tudo é nublado: depois de muito trabalho, sinto um leve crescimento, um reconhecimento e muito mais trabalho e isso é o máximo pra mim. Eu luto por isso, espero por isso e me alegro por isso e aposto que quem me quer bem de verdade também se alegra. Isso bom!!!! Estou feliz, estou orgulhosa de mim, independente de qualquer coisa.
Hoje o dia acordou chovendo, mas nem tudo é nublado: depois de muito trabalho, sinto um leve crescimento, um reconhecimento e muito mais trabalho e isso é o máximo pra mim. Eu luto por isso, espero por isso e me alegro por isso e aposto que quem me quer bem de verdade também se alegra. Isso bom!!!! Estou feliz, estou orgulhosa de mim, independente de qualquer coisa.
sexta-feira, abril 27, 2007

É, eu sei...estou em falta....
É, eu sei...dizer que estou sem tempo não justifica...
É, eu sei...ridículo colocar letra de música quando não se tem o que se escrever, mas não é isso, eu tenho o que escrever, mas esse letra é tão...tão...tão simplesmente tão!
É, eu sei...
É, eu sei...dizer que estou sem tempo não justifica...
É, eu sei...ridículo colocar letra de música quando não se tem o que se escrever, mas não é isso, eu tenho o que escrever, mas esse letra é tão...tão...tão simplesmente tão!
É, eu sei...
Olha
Chico Buarque e Erasmo Carlos
Olha,
Você tem todas as coisas
Que um dia eu sonhei pra mim
A cabeça cheia de problemas não me importo,
Eu gosto mesmo assim.
Tem olhos cheios de esperança
De uma cor que ninguém mais possui
Me traz meu passado e as lembranças
Coisas que eu quis ser e não fui.
Olha,
Você vive tão distante
Muito além do que eu posso ter
Eu, que sempre fui tão inconstante te juro,
Meu amor, agora é pra valer.
Olha vem comigo aonde eu for
Seja minha amante, meu amor
Vem seguir comigo o meu caminho
E viver a vida só de amor.
segunda-feira, abril 16, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
De casa nova!!!
Pois É!!! Me mudei!!! Sai da casa dos meus pais, me tornei uma "senhora do lar". É um sonho se realizando, são obrigações...é um passo E-N-O-R-M-E que estou dando. Na minha cabeça ainda tá tudo muito confuso, tudo muito rápido.Nas fotos acima, meu "Open House", onde amigos queridos foram fazer parte dessa minha alegria (só uma parte deles estão nas fotos, a outra parte chegou atrasada...rs)
Torçam por mim, rezem por mim, me mande boas vibrações...É muito importante! E que venham mais festinhas na minha casinha nova....aaaeeeeee......
quinta-feira, abril 05, 2007
quarta-feira, abril 04, 2007

Segundo a Rê Borges, essa cheia de sardas era eu quando criança, que ganhava uma graninha com meu namoradinho tirando fotos e vendendo para banco de imagens...Eu já pensava no futuro, provavelmente já havia combinado de fugir com esse carinha para o México quando completássemos 13 anos, mas nosso plano não deu certo, pois a mãe dele não o deixou sair sem tomar todo o leite...
Quanta imaginação....
segunda-feira, março 26, 2007
Sobre minhas mais novas decisões
Decisão 1: decidi assumir meu cabelo. É...Tenho os cabelos um tanto quanto rebeldes. Tem dias que ele fica bonzinho, arrumadinho, mas tem dias que pareço uma louca-psicótica-contrariada. Mas ontem percebi que essa sou eu, então é assim que ele será...Doido! Com a idade estou querendo as coisas mais fáceis e práticas possíveis e secador todos os dias não combina com essa minha mais nova resolução
A exceção: claaaaro que os dias santos e de festa não contam.
Decisão 2: falando em “confortável” outra de minhas resoluções é que salto saiu definitivamente da minha lista de compras...Aí como é bom usar um sapatinho baixo, poder andar, andar e ficar de bem com os pés!!! Já tenho 1,73 de altura, o que justifica meu apelido de boneco de Olinda, não preciso subir em mais 10 ou 15 cm.
A exceção: óbvio que quando a situação pedir estarei montada no agulha.
Decisão 3 (concretizada): falando em “confortável” again, sou a mais nova "dona E proprietária" de uma cama de casal fofa e grande!!! Dormir nela deve ser um sonho, deve, pois ela ainda não chegou, chegará sábado na minha casinha nova*...
A exceção: não tem, já comprei mesmo...Só falta pagar!
*Pois é, estou mudando de endereço, mas isso é assunto para um novo post.
sexta-feira, março 23, 2007
“... Mas não havia engano possível, porque seus seios haviam crescido a ponto de não caberem mais em minha mão, suas cadeiras tinham acabado de se formar e seus ossos tinham ficado mais firmes e harmônicos. Me encantei com aqueles acertos da natureza, mas me atordoei com os artifícios: as pestanas postiças, as unhas das mãos e dos pés esmaltadas de madrepérola, e um perfume de dois tostões o galão que não tinha nada que ver com o amor. No entanto o que me tirou do sério foi a fortuna que ela usava: brincos de ouro com cachos de esmeraldas, um colar de pérolas naturais, uma pulseira de ouro com resplendores de diamantes e anéis com pedras legítimas em todos os dedos. Na cadeira estava seu traje de noturna com lantejoulas e bordados, e os sapatos de cetim. Um vapor estranho subiu de minhas entranhas. — Puta! — gritei...”
Trecho tirado do livro Memórias de Minhas Putas Tristes, de Gabriel Garcia Marques.
Por mais louco que seja o amor, ninguém é amado por tudo que é e sim só pela parte que lhe agrada...
terça-feira, março 20, 2007
Peixes 20/03
Entre com o pé direito neste novo ano astrológico: registre suas inspirações para com elas criar a base de sua independência, e acredite no pioneirismo de seus talentos, pois com eles você se tornará um dos líderes da concretização do amanhã. Confie em si mesmo, a despeito de outras duvidas.
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